Como uma nascente de um rio
Que desagua em mar tranquilo
Dançando ao som das azuis marés...
Por vezes ecos de um coração dorido
Que sangra teimoso e insistente
Em gritos de angústia e saudade
Atiçando pena a desenha-los no papel.
Por vezes, acalentado por imagens coloridas
Velado por intensos sonhos e fantasias
E em traçados e alegres versos
Saúda a beleza infinita do amor...
E como o pulsar contínuo de uma estrela
Bate forte, poderoso, a reclamar
O brilho dourado de renovados amor e alegria
De um querer sedento, perene...
Viçosos tornam-se os odores das flores,
Soa mais alto e belo o trinar dos pássaros
E o pálido, sombrio, desnudo papel
Vibra feliz com as cores do texto que o vestem...!

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