domingo, 1 de junho de 2025

Na Madrugada

Sinto minha mente desperta,
Meus sentidos estremecem ansiosos,
Meu corpo faminto, deseja satisfação,
E um frêmito incontido invade minha vontade...

O desejo do seu corpo sufoca-me,
A saudade de sentir suas mãos sábias
Percorrendo o meu em suas sinuosidades,
Estremece minhas entranhas, todo o meu ser...

Ah! madrugada! amiga dos amantes...
Que aviva minha solidão, o vácuo do querer,
Trazendo ternas e ardentes lembranças,
De uma entrega total, de um amor que se foi...!
Nara Pamplona



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